Henrique Correia Braga e Sofia de Ruival Ferreira
são os responsáveis pela feitura e manutenção deste espaço.

Estando ambos ligados à avaliação de jóias e pratas, os diferentes  percursos de cada um juntam hoje valias que se pretendem
consubstanciar em projectos profissionais, de que este espaço é, simultaneamente, reflexo e substância.

Este site está aberto à colaboração de todos os interessados,
sendo facultadas páginas pessoais para os colaboradores mais assíduos.
Sofia de Ruival Ferreira trabalhou em exclusivo na Cabral Moncada Leilões até Setembro de 2009, onde exerceu
as funções de avaliação e catalogação das pratas e jóias. Tendo ingressado nos quadros desta leiloeira há mais
de uma década, contam-se pelas dezenas de milhar os objectos por si já inventariados. Hoje continua a exercer as
mesmas funções mas num regime independente, colaborando com outras firmas, sendo actualmente Avaliadora
Oficial pela Casa da Moeda com funções na Comarca de Lisboa

A sua carreira profissional esteve relacionada com várias vertentes:
De 1991 a 1994 – Participação na Preparação e Montagem de Exposições de Arquitectura de interiores e Artes
Decorativas, no Museu da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, Lisboa;
1994 – Bacharelato em Arquitectura de Interiores / Artes Decorativas na Escola Superior de Artes Decorativas,
Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, Lisboa;
De 1992 a 1997 – Restauro de Antiguidades, na Área de Douragem e Pintura;
1997 – Curso de Douragem nas Oficinas de Pintura da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, Lisboa;
1998 – Licenciatura do Curso de Estudos Superiores Especializados na Área de Peritagem em Arte / Mobiliário, na
Escola Superior de Artes Decorativas, da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, Lisboa;
1999 – Pós-Gradução profissionalizante em Museologia e Património, na Universidade Lusíada, Lisboa;
De 1998 a 2002 – Colaboração no “Anuário de Antiguidades – Antiguidades e Obras de Arte vendidas em Leilão”
(Edições Inapa);
1999 – Início do desempenho de funções de Assistente de Peritagem, Avaliações e Catalogação de Obras de Arte,
na “Cabral Moncada Leilões”, em Lisboa, as quais, desde 2002,  passaram a estar direccionadas para a Área de
Pratas.
2011 - Faz o exame para Avaliador Oficial da Casa da Moeda, ficando a exercer na Comarca de Lisboa.

A aquisição de uma moderna lupa binocular, provida de câmara de video com monitor LCD e sistema digital de
gravação, tornou-se num auxiliar extremamente precioso na análise das gemas e para a identificação das marcas.

Igualmente a aquisição de um computador para uso exclusivo deste departamento, tem sido um instrumento
indispensável na investigação que tem sido realizada. A criação de uma base de dados com as marcas de todos os
ourives nacionais, desde o século XIV até aos nossos dias, é um projecto que não seria possível sem estes
equipamentos.
Henrique Alexandre Correia Braga tornou-se avaliador oficial no ano de 1979, tendo desde então trabalhado
com as principais casas leiloeiras de Portugal. Começando na
Leiria & Nascimento, alargou desde aí a sua
colaboração à
Dinastia, Palácio do Correio Velho, Cabral Moncada, Aqueduto e Renascimento.

Provindo de uma família de ourives que remonta ao século XIX, tanto na área comercial como na fabricação, da já
extinta Ourivesaria da Guia à Joalharia Correia, na área comercial, passando pela oficina de pratas Juliano Braga
em Lisboa e no Porto - antiga oficina de Filipe Bandeira.

A sua actividade tem passado pela colaboração nos mais diversos projectos, desde o campo editorial, com revistas
como a
Relógio & Jóias ou a InPulso, nas quais pertenceu ao núcleo fundador, mantendo a colaboração nas Jóias de
Família
do Grupo Torres, passando pela formação profissional, onde tem sido formador nos mais diversos cursos.

Foi fundador da Associação Portuguesa de Gemologia e Mineralogia e membro de várias direcções da ACADIP -
Associação dos Comerciantes e Avaliadores de Diamantes e Pedras Preciosas. No presente, o seu principal desafio
é, conjuntamente com a Sofia Ruival, desenvolver uma base de dados informatizada dos ourives portugueses, do
século XV aos nossos dias.

A morada a que se reporta este espaço é o seu escritório, onde estão instalados a maioria dos equipamentos e a
biblioteca, que servem de base para o seu trabalho. Situado na Baixa Pombalina, é um local privilegiado para quem
se dedica ao ramo da ourivesaria, já que nela estão concentradas as principais casas deste sector.